Saiba mais sobre os nossos Testes

Bem-vindo nesta área de nosso site consagrada à medição da maioria das áreas das atitudes e comportamentos humanos atualmente inventariados pela psicometria.

Nossos testes de Método Funcional permitem uma interpretação muito fina dos perfis de Personalidade (L.A.B.E.L.®), Competências (COMPER e SOCR@T-S), Interesses (INTERESSES) , Valores pessoais e laborais (I.V.P.G) e comportam uma análise das condições de aplicação.

Fornecemos também as medições em dois testes “clássicos” de inteligência verbal (BLOLET) e raciocínio lógico (LOgIQ).

Esta parte do site é gerenciada conjuntamente pela Moityca e pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lausanne, onde F. Gendre et all. criaram o Método Funcional.

Nosso objetivo é fornecer a cada empresa, organização ou pessoa medições psicológicas confiáveis, cuja qualidade é garantida em termos de técnicas psicométricas. O intento é de confiabilizar o processo seletivo, e acompanhar o desenvolvimento dos indivíduos.

Nossos instrumentos podem ser utilizados por psicólogos habilitados (certificação L.A.B.E.L.®) e/ou especialistas de avaliação em RH e orientação profissional formados aos nossos métodos. Estas restrições de uso garantem uma utilização profissional dos nossos testes, no âmbito das exigências éticas da profissão, da proteção dos dados e do respeito da privacidade.

O MÉTODO FUNCIONAL

O termo “Método Funcional” deriva do fato que, contrariamente aos instrumentos construídos com o método clássico, onde para calcular os escores das escalas se adicionam simplesmente as respostas de alguns itens supostos pertencer a determinadas escalas, no Método Funcional todos os itens participam do calculo de todas as escalas. Mas para isto não utilizamos as respostas efetivas do sujeito aos itens, e sim as funções lineares múltiplas das características dos itens que chamamos de “vetor de estratégia das respostas do sujeito”.

Entre as diversas vantagens deste método, uma das mais importantes é que estas funções lineares permitem obter medições com a mesma validade que as construídas com o método clássico, mas bem mais fidedignas, o que é comprovado claramente por um exame dos índices (cf. manuais) .

Os detalhes deste método (complexo para as pessoas que não dominam as estatísticas multivariadas) já podem ser achados em vários artigos no site da Moityca.

Os profissionais que utilizam nossos testes além dos resultados padronizados poderão avaliar a hierarquia intrapessoal e distinguir, por exemplo, para os interesses, até que ponto um sujeito é atraído por uma área profissional “no absoluto” em uma escala de 1 a 5 definida pela grade de resposta e até que ponto este interesse é inferior, equivalente ou supera a média das pessoas que responderam ao teste (escores G). Se trata de um imenso progresso que só o Método Funcional permite, mas devemos estar cientes que os resultados de nossos inventários constituem uma base confiável de discussão, graças aos índices de controle. Quem pode avaliar é o profissional treinado, capacitado e certificado. Ele toma decisões a partir de de medições válidas e fidedignas graças à interpretação dos Índices de Controle e dos escores a disposição.

NOTA EXPLICATIVA

Os testes do Método Funcional permitem uma análise única. O utilizador pode optar por um lado pela perspectiva diferencial (comparando a intensidade dos interesses, valores ou traços de uma pessoa com o nível médio de uma grande amostra de referência que vai sempre crescendo a cada aplicação do teste) ou por outro lado por respostas intra-pessoais, sem nenhuma comparação com outras pessoas, ou seja uma hierarquia puramente pessoal dos interesses, valores ou traços do sujeito.

Os resultados são apresentados destas duas formas.

Isto deveria evitar o risco de confundir os escores absolutos e os escores relativos (G, padronizados) . Com mais precisão evitar que os escores G sejam interpretados como porcentagens, o que desnatura gravemente o sentido e conduz, em algumas situações, a erros de interpretação. Na realidade em alguns casos, um escore G baixo não significa necessariamente que o sujeito tenha seu interesse, valor ou traço pouco desenvolvido de um ponto de vista subjetivo. O resultado G indica simplesmente que sua tendência, crença ou característica é pouco desenvolvida quando comparada com uma população de referência que na maioria dos casos o profissional que interpreta os resultado não conhece. O fundamento teórico que motiva esta apresentação original dos resultados pode ser encontrado no site da Moityca, na parte de Publicações, condensado no artigo: Além das diferenças inter-individuais...”.

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